quarta-feira, 14 de julho de 2010

4º CONGRESSO DE MISSÕES

Estamos a todo vapor na expectativa para o nosso 4º Congresso de Missões da Ass. de Deus de Irupi, será nos dia 31 de julho e 01 de agosto/2010.

PARTICIPE CONOSCO

terça-feira, 2 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Jornal A Noticia Seção: Espaço Aberto


Chamou-me a atenção o texto do Padre Wagner Ferreira da Silva, publicado na edição de nº654 deste Jornal, onde o mesmo retrata a importância da religião nos diversos berços culturais mundo afora diante dos desafios econômicos. O que mais me interessou em principio diante de dados estatísticos, foi o suposto fenômeno da “opção religiosa”, hoje visto com cautela pelo vaticano, como uma ameaça à suposta hegemonia exercida principalmente nos continentes americano e Europeu, apesar de afirmações como: “O importante não é o número, não é entrar na competitividade do mercado religioso”, a verdade é que o fato de, a cada ano mais e mais pessoas se declararem evangélicas, principalmente oriundas da Igreja Católica, tem sim mobilizado o Clero em todo o mundo.
Todo esse episódio me faz analisar os seguintes fatos: por um longo período até a década de 80, o nosso país era tido como uma nação formada por 95% de Católicos, porém em 2007 às vésperas da Visita ao Brasil do Papa Bento 16, uma pesquisa divulgada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), dava conta que o número de evangélicos no Brasil chegara aos 43,6 milhões de fiéis ou seja, 23,1% da população, e em seguida pesquisa da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirmava que esse número estava em crescimento, e chegará à 35% da população brasileira até 2010.
O fato de as pessoas hoje estarem mais propensas ou mais sensíveis, seria o termo mais adequado, se dá ao fato elas começaram a entender finalmente que busca para o preenchimento do vazio que assola a humanidade não está no fato de pertencer ao grupo religioso A ou B, mas sim do grau de comprometimento pessoal e reconhecimento da fé salvadora e regeneradora do Senhor Jesus Cristo, como único mediador entre Deus e o homem. Assim importa dizer que o tradicionalismo religioso fica em segundo plano, quando se reconhece na pessoa de Jesus o fundamento (Pedra Principal) para construção de uma vida espiritual, onde as palavras “Ide fazei discípulos em todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” fazem toda a diferença.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRIFICAR



Não são raras às vezes em que vemos alguém, fazer estripulias espirituais, na tentativa de justificar alguma atitude tomada precipitadamente, e por isso comete erros ainda mais graves, veja essa história...

O povo Hebreu sempre esteve sob o domínio pessoal de Deus, sendo inclusive considerado nação particular do eterno, mas como não podia ser diferente o ser humano nunca está satisfeito com o que tem, isso parece partir dessa nossa natureza de busca pelo desconhecido, de experimentar alguma coisa nova que gere em nós um sentimento ou uma sensação diferente. Foi o que aconteceu com o povo de Israel. Se querem um rei, bom ...Eu vos darei um rei. Escolhido dentre os jovens valentes e de boa aparência de toda a nação, Deus manda Samuel ungir “SAUL” rei de Israel.

A trajetória de Saul a frente da nação israelita parecia majestosa, afinal Deus os havia feito sair da escravidão do Egito, guiado pelo deserto sob cuidado pessoal do próprio Deus, entregado em suas mãos os seus inimigos e os feito habitar na terra que havia jurado aos seus pais.

Porem como já diz o velho ditado “grandes poderes, trazem grandes responsabilidades”. Deus exaltara o jovem rei Saul, mas ele também exigia obediência e subordinação a suas ordens. O episódio relatado em I Samuel 15.22, “Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros”, essa repreensão de Samuel nos dá uma idéia da tentativa desastrosa e mal sucedida de Saul em querer persuadir Deus a aceitar uma oferenda já rejeitada pelo Senhor, quando na verdade tudo o que Deus queria naquele momento era a obediência ao seu mandado, Saul além não fazer o que Deus lhe mandara intentou em se justificar em um sacrifício tolo e inútil.

Precisamos entender que Deus rejeita muitas vezes o nosso sacrifício não porque ele é intransigente ou mal agradecido, mas porque ele não admite o sacrifício por meio de rituais hipócritas, ao contrário ele deseja ver o nosso amor e obediência a sua palavra.

Os sacrifícios eram na sua essência demonstrações da restauração do estado de comunhão do homem com Deus. Mas se o coração dessa pessoa estivesse não estivesse verdadeiramente arrependido, toda essa cerimônia se tornaria vazia e sem valor algum.

Faço aqui minhas as palavras do Evangelista Irmão João Placoná (www.webartigos.com), quando afirma: Deus odeia a adoração daqueles que o fazem apenas por exibição. Se estivermos em pecado, mas usamos rituais e tradições religiosas para dar a impressão de que somos bons, Deus desprezará a nossa adoração e recusará o que lhe oferecemos. Ele deseja corações sinceros e não o louvor dos hipócritas. Ao adorar na Igreja, será que você está mais preocupado com sua imagem ou com sua atitude para com Deus?
Deus não se satisfaz com ofertas; Ele deseja que façamos o que é correto, amemos a misericórdia e caminhemos humildemente.
Hoje ainda é melhor a obediência do que o sacrifício.

Presbitero Fábio Freitas